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  • Foto do escritorRedação Europa

Clássicos: Vespa 125 de 1954 passa a fazer parte das relíquias expostas no Museu do Caramulo

Clássicos: Vespa 125 de 1954 passa a fazer parte das relíquias expostas no Museu do Caramulo

O Museu do Caramulo terminou o restauro completo da sua Vespa 125 de 1954. Doada por António Herédia, a Vespa 125 encarna o espírito original de uma abordagem descontraída perante a vida, com a saída da rotina e a exploração de destinos novos e distantes a serem a premissa daquele que procurou, desde a sua origem no pós-guerra em 1946, ser um veículo ecológico e alegre.


Enrico Piaggio pretendia, numa Itália destruída pela Segunda Guerra Mundial, criar um motociclo acessível para as massas, capaz de penetrar no frágil mercado italiano da época e, também, devidamente preparado para circular nas estradas arruinadas do país. Aproveitando os milhares de pequenos motores que eram usados para dar arranque aos aviões durante a guerra, projectou e fez nascer aquela que é considera a primeira scooter do mundo.


Clássicos: Vespa 125 de 1954 passa a fazer parte das relíquias expostas no Museu do Caramulo

Com motor monocilíndrico a dois tempos de 123,7cc, a Vespa 125 agora restaurada pelo Museu do Caramulo atinge uma velocidade máxima de 75 km/h, perfeitamente adequada para as estradas nacionais e secundárias tão em voga quer na sua Itália de origem, quer no nosso país. É, igualmente, um exemplar raro, dado provir de uma versão que esteve em produção apenas durante os anos de 1953 e 1954.


Este popular modelo será apresentado publicamente no próximo O Museu na Rua, no dia 4 de Maio, regressando agora à estrada, bem a tempo de Vespizzatevi (“Vespar”) – o slogan tão em voga entre 1950 e 1954, e que nos transporta para as tranquilas e coloridas viagens de Verão, no espírito que só uma Vespa pode oferecer – podendo depois ser apreciada no Museu do Caramulo, onde ficará permanentemente em exposição.

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