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17 de jan.



















Utilitário francês foi o modelo mais vendido do mês, num março marcado por forte presença de SUV, crescimento de elétricos e mudanças relevantes nas preferências dos consumidores.
O mercado automóvel português registou em março de 2026 um total de 26.679 matrículas de ligeiros de passageiros, com o Citroën C3 a assumir a liderança destacada entre os modelos mais vendidos, com 980 unidades.
O utilitário francês lidera um mês marcado por forte diversidade no topo da tabela, onde SUV e modelos eletrificados continuam a ganhar relevância.
Logo atrás surgem propostas bem posicionadas no mercado, como o Dacia Duster (731 unidades), o Dacia Sandero (701 unidades), o Nissan Juke (700 unidades) e o Nissan Qashqai (689 unidades).
Este top evidencia uma clara preferência por modelos compactos e SUV, que continuam a dominar as escolhas dos consumidores portugueses.
Posição | Modelo | Unidades | Quota |
1 | Citroën C3 | 980 | 3,67% |
2 | Dacia Duster | 731 | 2,74% |
3 | Dacia Sandero | 701 | 2,63% |
4 | Nissan Juke | 700 | 2,62% |
5 | Nissan Qashqai | 689 | 2,58% |
6 | Seat Ibiza | 626 | 2,35% |
7 | Tesla Model Y | 599 | 2,25% |
8 | Tesla Model 3 | 580 | 2,17% |
9 | Peugeot 2008 | 540 | 2,02% |
10 | Renault Captur | 524 | 1,96% |
A análise do top 10 confirma a hegemonia dos SUV e crossovers no mercado nacional, com modelos como Qashqai, Juke, Duster e Captur a manterem forte procura. Ainda assim, março evidencia também o crescimento consistente dos veículos elétricos, com destaque para o Tesla Model Y e o Tesla Model 3, ambos entre os dez mais vendidos do mês.
Este posicionamento reforça a tendência de eletrificação do mercado, com os elétricos a ganharem quota de forma progressiva, sobretudo em segmentos médios e superiores.
Entre os modelos com maior crescimento face a março de 2025, destacam-se:
Tesla Model Y: crescimento muito expressivo (de 265 para 599 unidades)
Seat Ibiza: forte subida (de 264 para 626 unidades)
Nissan Qashqai: aumento relevante (de 432 para 689 unidades)
MG ZS: crescimento significativo (de 141 para 410 unidades)
Citroën C3 Aircross: entrada praticamente inexistente em 2025 para 472 unidades
Também modelos como o Hyundai i20, Volvo EX30 e Kia Picanto apresentam evoluções relevantes, evidenciando a diversidade de crescimento no mercado.
Renault Clio: forte descida (de 1.227 para 480 unidades)
Peugeot 2008: quebra significativa (de 1.205 para 540 unidades)
Tesla Model 3: descida relevante (de 940 para 580 unidades)
Nissan Juke: ligeira retração (de 788 para 700 unidades)
Volkswagen Taigo: descida (de 385 para 309 unidades)
Estas variações refletem tanto ciclos de produto (como o caso claro do Clio) como alterações nas preferências do consumidor, num mercado cada vez mais competitivo.
Os dados de março mostram um mercado em clara transformação, onde convivem modelos tradicionais de grande volume com novas propostas eletrificadas e marcas emergentes. A diversidade e as fortes oscilações entre modelos evidenciam uma maior fragmentação da procura e uma mudança estrutural nas escolhas dos consumidores.
Com os SUV a manterem domínio e os elétricos a consolidarem presença, março de 2026 confirma que o mercado automóvel português está cada vez mais dinâmico — e imprevisível.
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