Operação Páscoa 2026: quatro mortos e mais de mil infrações num único dia de fiscalização
Redação Europa
há 3 horas
2 min de leitura
GNR intensifica controlo nas estradas e regista 236 acidentes nas primeiras 24 horas da operação, com destaque para excesso de velocidade e condução sob efeito de álcool.
A Guarda Nacional Republicana divulgou os dados provisórios do primeiro dia da Operação “Páscoa 2026”, revelando um cenário preocupante nas estradas portuguesas. Entre as 00h00 e as 23h59 de 2 de abril, foram registados 236 acidentes, dos quais resultaram quatro vítimas mortais, cinco feridos graves e 68 feridos leves, num período marcado pelo aumento das deslocações típicas da quadra festiva.
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No âmbito das ações de fiscalização, foram controlados cerca de 7.000 condutores, tendo sido detidas 41 pessoas. Destas, 32 conduziam com uma taxa de álcool no sangue igual ou superior a 1,2 g/l, enquanto nove foram apanhadas a conduzir sem habilitação legal. No total, foram detetadas 1.389 contraordenações rodoviárias, com destaque para 374 infrações por excesso de velocidade, 215 por falta de inspeção obrigatória e 48 por uso indevido do telemóvel durante a condução. Também se registaram 52 infrações relacionadas com a não utilização de cinto de segurança ou sistemas de retenção para crianças, além de 52 casos de ausência de seguro obrigatório.
A sinistralidade rodoviária voltou a marcar o arranque da operação, com quatro vítimas mortais resultantes de três acidentes distintos. Dois dos óbitos ocorreram numa colisão entre três veículos ligeiros na EN115, em Santo Antão do Tojal (Lisboa), envolvendo jovens de 23 e 26 anos. Em Viana do Castelo, uma colisão entre um automóvel e um motociclo provocou a morte de um homem de 30 anos. Já em Braga, um acidente envolvendo um motociclo e um comboio resultou na morte de um homem de 65 anos.
A Operação “Páscoa 2026” continuará nos próximos dias com reforço do patrulhamento e ações de sensibilização, com o objetivo de reduzir a sinistralidade e garantir a segurança nas deslocações. A GNR apela à condução responsável, alertando para comportamentos de risco como o excesso de velocidade, o consumo de álcool e o uso do telemóvel ao volante, que continuam a estar entre as principais causas de acidentes nas estradas portuguesas.
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