Paulo Neto assume dificuldades na estreia do novo Škoda e aponta evolução para o Rally de Portugal
Redação Europa
há 11 horas
2 min de leitura
A estreia de Paulo Neto no Campeonato de Portugal de Ralis 2026 ficou marcada por um 12.º lugar no Rali Terras d’Aboboreira, num arranque condicionado pela falta de ritmo em pisos de terra e pela adaptação ao novo Škoda Fabia RS Rally2, mas com sinais positivos para o futuro.
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O arranque da temporada 2026 do Campeonato de Portugal de Ralis revelou-se exigente para Paulo Neto, que enfrentou o Rali Terras d’Aboboreira com limitações claras na adaptação ao novo Škoda Fabia RS Rally2 e sem experiência recente em provas de terra.
Após cerca de um ano afastado deste tipo de superfície e com preparação reduzida para a prova, o piloto de Mafra reconhece que essas condicionantes tiveram impacto direto no resultado final.
Apesar das dificuldades iniciais, particularmente evidentes no longo troço de abertura, Neto destacou a progressiva adaptação ao carro ao longo do rali, sublinhando melhorias nos tempos entre passagens. Ainda assim, admite que o ritmo competitivo ficou aquém do esperado, sobretudo nas segundas passagens pelas classificativas, onde esperava maior evolução.
No balanço final, o 12.º lugar entre os concorrentes do CPR ficou longe das ambições iniciais, mas o piloto retira indicadores encorajadores do comportamento do novo carro, que considera superior ao utilizado na época anterior. A pausa competitiva prolongada e a falta de quilómetros em terra surgem como fatores determinantes para a prestação menos competitiva.
Com o foco já na próxima ronda, o Rally de Portugal, Paulo Neto aponta à melhoria do desempenho e à evolução na condução do Škoda Fabia RS Rally2, numa fase inicial de adaptação que poderá ainda redefinir o seu nível competitivo ao longo da temporada.
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