
Artur Semedo - artur.semedo@publiracing.pt
6 de abr.



Artur Semedo - artur.semedo@publiracing.pt
14 de fev.



















Protótipo de desenvolvimento do primeiro supercarro português demonstra desempenho e fiabilidade em sessões exigentes no circuito de Portimão
O Adamastor Furia voltou ao Autódromo Internacional do Algarve para uma nova fase de testes dinâmicos, onde confirmou o seu potencial em condições de elevada exigência. A equipa de desenvolvimento utilizou o circuito de Portimão para explorar os limites do Development Prototype #001, com foco no desempenho aerodinâmico e na fiabilidade mecânica, num momento considerado determinante para a evolução do projeto.
Depois de uma fase inicial dedicada à validação de sistemas e testes em estrada, o regresso à pista marcou a transição para um nível mais exigente de desenvolvimento. Ao longo de quatro sessões — duas de manhã e duas à tarde — o protótipo acumulou várias voltas ao traçado algarvio, com o piloto de testes Diogo Matos a aumentar progressivamente o ritmo e a exigência em cada saída.
Os resultados obtidos destacaram-se não apenas pelas sensações transmitidas pelo piloto, mas também pela consistência dos dados recolhidos em telemetria. A equipa técnica confirmou a eficácia das afinações testadas, bem como o comportamento dinâmico do modelo em condições próximas das de competição.


Segundo Ricardo Quintas, CEO da Adamastor, esta fase de testes superou as expectativas iniciais e reforçou a confiança na direção técnica seguida. A ausência de falhas de fiabilidade ao longo das sessões foi outro dos pontos-chave, validando tanto os componentes desenvolvidos internamente como os provenientes de fornecedores especializados.
A consistência demonstrada ao longo do dia de testes surge como um dos indicadores mais relevantes nesta fase do projeto. Num contexto em que o objetivo passa por conciliar desempenho extremo com robustez mecânica, o Furia evidenciou capacidade para suportar cargas elevadas sem comprometer o funcionamento dos sistemas.
Apesar dos resultados positivos, a marca sublinha que o projeto ainda apresenta margem de evolução, com novas fases de desenvolvimento já em curso. O trabalho continuará focado na otimização global do veículo, numa lógica de melhoria contínua até à versão final de produção.

Este regresso ao circuito algarvio representa um marco relevante no desenvolvimento do primeiro supercarro português, que tem vindo a ser trabalhado desde 2019. A Adamastor encara agora a próxima etapa com maior confiança, aproximando-se progressivamente do objetivo final: a entrega das primeiras unidades a clientes.
Com base nos dados recolhidos e na evolução demonstrada, o Furia entra numa fase decisiva do seu desenvolvimento, onde o foco passará pela consolidação das soluções técnicas e pela preparação para produção em pequena escala.
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