
Artur Semedo - artur.semedo@publiracing.pt
6 de abr.



Artur Semedo - artur.semedo@publiracing.pt
14 de fev.



















Paulo Neto e Carlos Magalhães regressam ao Vodafone Rally de Portugal determinados a concluir uma das provas mais exigentes do calendário, numa participação marcada pela ambição, mas também pela consciência da dureza do desafio.
O Vodafone Rally de Portugal volta a colocar à prova pilotos, máquinas e equipas num dos eventos mais emblemáticos do automobilismo nacional, e Paulo Neto prepara-se para enfrentar aquele que considera ser o maior desafio da sua temporada de 2026. Ao lado de Carlos Magalhães, o piloto da Paulo Neto Sport regressa aos comandos do Skoda Fabia RS Rally2 preparado pela ARC Sport, depois de uma estreia positiva com o novo carro.
Inserido simultaneamente no Campeonato do Mundo de Ralis e no Campeonato de Portugal de Ralis, o evento apresenta um nível de exigência particularmente elevado, tanto do ponto de vista técnico como físico. Para Paulo Neto, o significado do Rally de Portugal vai muito além da vertente competitiva.
“É um momento muito especial ano após ano. É a maior prova de estrada que se realiza em Portugal, que tem uma grande tradição automobilística no nosso país e que é acompanhada por milhares de adeptos na estrada”,
afirmou o piloto, destacando o impacto e dimensão da prova.
A dupla centra atenções na classificação do CPR, cuja decisão acontece apenas nos dois primeiros dias da prova, mas optou também por disputar o restante percurso do rali, numa abordagem que combina ambição desportiva e experiência pessoal.
“Pretendemos aproveitar ao máximo esta nossa presença no Vodafone Rally de Portugal e ter a oportunidade de disputar toda a prova, que é para mim um enorme motivo de orgulho”, sublinhou Paulo Neto.
A estratégia para esta participação passa sobretudo pela gestão. Com troços longos, ligações extensas e assistências remotas limitadas, a fiabilidade e a capacidade de adaptação assumem um papel determinante.

“Trata-se de um rali em que a gestão desportiva e competitiva tem que entrar sempre em linha de conta em detrimento da rapidez ou da performance”, explicou o piloto, acrescentando que “gerir ao máximo o carro é importante para não termos nenhum percalço”.
O desgaste físico é outro dos fatores destacados pela equipa, especialmente numa prova que exige concentração constante durante vários dias consecutivos. “Também neste aspeto é importante saber gerir o ritmo de prova para podermos atingir os nossos objetivos”, referiu Paulo Neto.
Com apenas 14 equipas inscritas para as contas do CPR, a consistência poderá revelar-se decisiva na luta pelos pontos. Ainda assim, o piloto prefere focar-se na sua própria prova, assumindo que terminar o rali será já um objetivo importante num contexto tão exigente.
“Vai ser um duro desafio, pelo que em termos desportivos o nosso objetivo é chegar ao pódio final da prova com a satisfação de ter feito parte desta enorme prova”, concluiu.
Entre a exigência do Mundial, a pressão do campeonato nacional e a dimensão histórica do evento, Paulo Neto entra no Rally de Portugal consciente das dificuldades, mas motivado pela oportunidade de competir num dos palcos mais icónicos dos ralis internacionais.
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