Toyota quer prolongar domínio no Safari Rally do Quénia após arranque perfeito no WRC
Redação Europa
há 2 minutos
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A Toyota Gazoo Racing World Rally Team chega ao Safari Rally do Quénia, terceira ronda do Campeonato do Mundo de Ralis (WRC) de 2026, com o objetivo de prolongar o início de temporada praticamente perfeito. Depois de monopolizar o pódio nas duas primeiras provas do ano, em Monte-Carlo e na Suécia, a equipa japonesa enfrenta agora um dos desafios mais exigentes do calendário.
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O Safari Rally do Quénia, que se disputa entre 12 e 15 de março, representa um contraste total com as provas de inverno que abriram a temporada. Considerado um dos ralis mais duros do campeonato, o evento africano combina troços extremamente rochosos, areia solta e, em caso de chuva, lama profunda que pode transformar as pistas em verdadeiros desafios de sobrevivência. Para enfrentar estas condições, as equipas adaptam os seus carros com modificações específicas, incluindo sistemas de snorkel para garantir a admissão de ar do motor em zonas de água profunda ou areia muito fina.
A Toyota chega ao Quénia com um histórico recente impressionante, tendo vencido todas as cinco edições do Safari Rally desde o seu regresso ao WRC em 2021, elevando para 13 o número total de triunfos da marca na prova. O britânico Elfyn Evans, vencedor da edição de 2025, lidera atualmente o campeonato após triunfar no Rally da Suécia, com uma vantagem de 13 pontos sobre o companheiro de equipa Oliver Solberg, vencedor do Rallye Monte-Carlo. A formação inclui ainda Takamoto Katsuta, que ocupa o terceiro lugar no campeonato, e o nove vezes campeão mundial Sébastien Ogier, que regressa ao Safari Rally após dois anos de ausência.
O percurso deste ano é mais compacto, mas continua exigente, com 350,52 quilómetros cronometrados distribuídos por quatro dias e centrados na zona do Lago Naivasha, a cerca de duas horas de Nairobi. Depois do shakedown inicial, o rali arranca com especiais na região de Camp Moran e Mzabibu, seguindo-se etapas em torno do Lago Naivasha e do Lago Elmenteita, antes do tradicional final em Hell’s Gate, que volta a servir de Power Stage. Num rali onde a resistência e a gestão do ritmo são frequentemente mais importantes do que a velocidade pura, a Toyota procura defender a sua série de vitórias e consolidar a liderança no campeonato.
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