BYD atinge a marca de 15 milhões de veículos movidos a novas energias
Redação Europa
29 de dez. de 2025
2 min de leitura
A fabricante chinesa BYD ultrapassou a fasquia dos 15 milhões de veículos movidos a novas energias produzidos, apenas 13 meses depois de ter alcançado os 10 milhões, um crescimento que ilustra a aceleração global da transição para a mobilidade elétrica e híbrida.
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A BYD celebrou na sua fábrica de Jinan, na China, a produção do seu 15.º milionésimo veículo movido a novas energias (NEV), um marco que confirma a escala atingida pelo grupo num segmento que combina modelos 100% elétricos e híbridos plug-in. O veículo simbólico foi um DENZA N8L, SUV de seis lugares da marca premium do grupo, equipada com tecnologia super-híbrida plug-in e com a plataforma e3, utilizada também no Z9GT.
A fabricante produziu o seu primeiro NEV em 2008, com o F3DM, tornando-se então pioneira na produção em massa de híbridos plug-in. Foram necessários 13 anos para atingir o primeiro milhão de unidades, mas a progressão tornou-se exponencial: a passagem dos 10 para os 15 milhões foi realizada em apenas 13 meses, sendo que o 14.º milionésimo veículo saiu da linha de produção a 9 de outubro de 2025.
Entre janeiro e novembro de 2025, a produção total da BYD atingiu 4,182 milhões de veículos, representando um crescimento homólogo de 11,3%. No mesmo período, as vendas internacionais chegaram às 917 mil unidades, superando o volume registado em todo o ano de 2024, enquanto a presença da marca se estende agora a mais de 110 países e regiões.
O investimento em investigação e desenvolvimento continua a ser um dos pilares da estratégia do grupo. Nos primeiros três trimestres de 2025, a BYD aplicou 43,75 mil milhões de RMB, cerca de 5,3 mil milhões de euros, em I&D, o que representa um aumento de 31% face ao ano anterior e eleva o investimento acumulado para mais de 220 mil milhões de RMB, aproximadamente 26,65 mil milhões de euros.
Este esforço tem permitido avanços em áreas como a química e integração de baterias, sistemas avançados de assistência à condução e tecnologias de carregamento ultrarrápido de megawatts, capazes de reduzir os tempos de recarga para níveis comparáveis ao abastecimento tradicional, com chegada prevista à Europa em 2026.
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