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Artur Semedo - artur.semedo@publiracing.pt
17 de jan.



















O mercado automóvel da Índia registou um forte crescimento em fevereiro de 2026, com mais de 413 mil veículos de passageiros matriculados, um aumento de 33,8% face ao mesmo mês do ano anterior, segundo dados divulgados pela JATO Dynamics. O resultado reflete uma procura sólida dos consumidores e uma recuperação sustentada do mercado, apoiada por cadeias de abastecimento mais estáveis e uma oferta de novos modelos.
De acordo com o mais recente relatório Retail Market Pulse da JATO Dynamics, foram registadas 413.300 unidades no mercado indiano durante o mês de fevereiro. Apesar do crescimento expressivo em termos anuais, o volume representa uma ligeira correção face a janeiro, quando tinham sido registados cerca de 520 mil veículos, um comportamento considerado normal após um início de ano particularmente forte para o setor.
Entre os fabricantes, a Maruti Suzuki voltou a liderar claramente o mercado com 164.930 veículos registados, um crescimento de quase 37% em relação ao ano anterior. A TATA Motors ocupou o segundo lugar com 60.201 unidades, destacando-se pelo aumento de 52,37% nas vendas, enquanto Mahindra, Hyundai e Toyota completaram o top cinco com 56.517, 48.671 e 28.012 registos, respetivamente.
No ranking por modelos, a TATA assumiu as duas primeiras posições com os SUV Punch (18.594 unidades) e Nexon (17.106 unidades), confirmando a crescente popularidade deste tipo de veículos no mercado indiano. O terceiro lugar foi ocupado pelo Maruti Suzuki Baleno, enquanto o Hyundai Venue entrou no top 10 ao substituir o Wagon R, que tinha sido um dos modelos mais vendidos em janeiro.
A análise do mercado mostra ainda que os SUV continuam a dominar as preferências dos consumidores, representando 55,4% das matrículas, seguidos pelos hatchbacks compactos com 25,2%. Em termos de motorização, os motores a gasolina permanecem predominantes, com 54% do total, enquanto os diesel representam 19% e os veículos elétricos mantêm uma presença relativamente estável, com 4% das matrículas.
Do ponto de vista geográfico, as zonas urbanas concentraram a maioria das matrículas, com quase 250 mil unidades, registando um aumento de mais de 37% face ao ano anterior. As áreas metropolitanas e rurais também mostraram crescimento significativo, evidenciando uma expansão mais ampla do mercado automóvel no país.
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