
Artur Semedo - artur.semedo@publiracing.pt
há 3 dias



Artur Semedo - artur.semedo@publiracing.pt
31 de dez. de 2025



Redação Europa
12 de dez. de 2025



















O francês persegue a 11.ª vitória na prova inaugural do WRC, num rali com 17 especiais, quase 340 km cronometrados e condições meteorológicas potencialmente decisivas entre os Alpes e o Principado.
O Rallye Monte-Carlo de 2026 abre a temporada do Campeonato do Mundo de Ralis entre 22 e 25 de janeiro, com Sébastien Ogier a assumir o estatuto de principal candidato à vitória. Dez vezes vencedor na prova monegasca, o piloto da Toyota Gazoo Racing World Rally Team parte para o 94.º Rallye Monte-Carlo à procura de um inédito 11.º triunfo, apoiado por um alinhamento alargado da equipa japonesa.
Além de Ogier, a Toyota apresenta quatro outras equipas Rally1: Elfyn Evans / Scott Martin, Takamoto Katsuta / Aaron Johnston, Sami Pajari / Marko Salminen e Oliver Solberg / Elliott Edmondson.
A Hyundai Motorsport alinha três equipas, com Adrien Fourmaux / Alexandre Coria, os campeões do mundo de 2024 Thierry Neuville / Martijn Wydaeghe e o regresso de Hayden Paddon / John Kennard.
No seio da M-Sport Ford, o Rallye Monte-Carlo 2026 marca uma fase de renovação e aposta em perfis em ascensão. A estrutura britânica alinha com Grégoire Munster e Louis Louka, que continuam a consolidar a sua presença no Rally1 após uma época de aprendizagem, enquanto Joshua McErlean e Eoin Treacy procuram ganhar experiência ao mais alto nível numa prova particularmente exigente. O terceiro Ford Puma Rally1 fica a cargo de Jon Armstrong e Shane Byrne, uma dupla estreante no Rally1, para quem o Monte-Carlo representa um desafio maior do que um objetivo imediato de resultado. Para a M-Sport, o foco passa pela evolução progressiva dos pilotos e pela recolha de dados num rali onde a gestão de riscos e a leitura das condições são tão determinantes quanto a velocidade pura.
Pelo terceiro ano consecutivo, o parque de assistência está instalado em Gap, cidade natal de Ogier. O rali soma 17 especiais e 339,15 km cronometrados, distribuídos por quatro dias, com as condições de inverno a poderem alterar drasticamente a hierarquia.
Após o shakedown de quarta-feira nas imediações de Gap, a cerimónia de partida decorre no Port Hercule na quinta-feira (22). O primeiro dia inclui três especiais, duas delas disputadas à noite, entre Toudon–Saint-Antonin, Esclangon–Seyne-les-Alpes e Vaumeilh–Claret.
A sexta-feira concentra seis especiais repetidas (ES4–ES9), totalizando 128,88 km, com destaque para Saint-Nazaire-le-Désert / La Motte-Chalancon, a mais longa do dia. O sábado volta a elevar a fasquia com duas passagens por La Bréole–Bellaffaire, a mais longa do rali, antes da Super-Especial no Circuito do Mónaco.
O domingo encerra a prova nos Alpes-Marítimos, com o regresso de Col de Braus–La Cabanette e a decisiva La Bollène-Vésubie–Moulinet, incluindo o emblemático Col de Turini, palco tradicionalmente sensível à meteorologia.

A categoria WRC2 apresenta 25 equipas, confirmando a vitalidade dos Rally2. O regresso oficial da Lancia com o Ypsilon HF é um dos pontos de interesse, com Yohan Rossel / Arnaud Dunand e Nikolay Gryazin / Konstantin Aleksandrov entre os candidatos. Juntam-se ainda nomes como Eric Camilli, Léo Rossel, Pablo Sarrazin e Eliott Delecour.
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