Museu Nacional Ferroviário ultrapassa 40 mil visitantes no ano em que celebra uma década de existência
Redação Europa
há 22 horas
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Instituição sediada no Entroncamento fechou 2025 com perto de 41 mil visitantes, impulsionada por um programa comemorativo que reforçou a ligação ao público e consolidou o seu papel na preservação do património ferroviário português.
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O Museu Nacional Ferroviário (MNF) encerrou 2025 com quase 41 mil visitantes, alcançando o melhor resultado desde a sua criação, precisamente no ano em que celebrou o seu décimo aniversário.
O crescimento é atribuído a um conjunto de iniciativas desenvolvidas ao longo do ano, que transformaram a efeméride num verdadeiro motor de dinamização cultural e de aproximação à comunidade.
Entre os momentos mais relevantes do programa comemorativo estiveram as visitas raras ao interior de veículos históricos, como a automotora NOHAB 0111 e o Comboio Real, bem como a apresentação do projeto de restauro da própria NOHAB 0111.
Em maio, a realização da 6.ª edição do Portugal Railway Summit trouxe ao museu o debate em torno da alta velocidade e da sustentabilidade do setor ferroviário, reforçando a vertente de reflexão técnica e estratégica da instituição.
O ano ficou também marcado pela continuidade de eventos que têm vindo a ganhar relevância junto do público, como o MINIMO – Encontro de Modelismo Ferroviário, dirigido sobretudo às famílias, e o Festival Vapor, que voltou a aproximar o museu da cultura contemporânea.
Em outubro, as comemorações dos 169 anos do caminho de ferro em Portugal proporcionaram experiências exclusivas aos visitantes, num calendário que procurou valorizar tanto a dimensão histórica como a vivência prática do património ferroviário.
No plano social, o MNF acolheu o Grande Prémio Museu Nacional Ferroviário e promoveu seminários dedicados à acessibilidade e ao turismo inclusivo, em parceria com o Turismo de Portugal e a Accessible Europe. O ano terminou com atividades de Natal, sublinhando a aposta numa relação contínua com a comunidade local e nacional. Para 2026, o museu reafirma a intenção de reforçar a sua missão como espaço de memória, salvaguarda e inovação, aberto a todos os que pretendam conhecer o papel histórico, simbólico e tecnológico do caminho de ferro em Portugal.
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