Volvo mantém liderança no mercado europeu de camiões pesados pelo segundo ano consecutivo
Redação Europa
há 3 dias
2 min de leitura
Fabricante sueco alcançou 19% de quota no segmento acima das 16 toneladas em 2025, num contexto de forte concorrência e transição tecnológica no transporte rodoviário europeu.
A Volvo Trucks voltou a liderar o mercado europeu de camiões pesados em 2025, reforçando a sua posição pelo segundo ano consecutivo. De acordo com dados divulgados pela marca, o construtor sueco alcançou uma quota de mercado de 19,0% no segmento de veículos com 16 toneladas ou mais, acima dos 17,9% registados em 2024, num dos mercados mais exigentes e competitivos do mundo.
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O desempenho da Volvo foi particularmente forte em países como o Reino Unido, França, Polónia, Alemanha, Lituânia e Espanha, mercados que concentraram o maior número de matrículas de camiões pesados da marca ao longo do ano. No conjunto da Europa — definida como União Europeia, Reino Unido, Noruega e Suíça — a Volvo consolidou a sua presença num cenário marcado por pressões económicas, exigências ambientais crescentes e renovação das frotas.
Um dos principais contributos para este resultado foi o Volvo FH Aero, modelo vocacionado para o transporte de longa distância, que se destacou junto dos operadores europeus. Beneficiando de melhorias aerodinâmicas e da introdução de tecnologias como os retrovisores digitais por câmara, o FH Aero registou ganhos de eficiência significativos, com uma redução de até 7% no consumo de combustível face ao FH que veio substituir. Em 2025, o modelo somou perto de 33 mil encomendas na Europa, confirmando a sua relevância comercial.
A nível global, a Volvo Trucks esteve entre a primeira e a segunda marca mais vendida em 30 países ao longo de 2025, reforçando a dimensão internacional da sua operação e a consistência da sua estratégia industrial e comercial.
Paralelamente aos resultados comerciais, a marca mantém o foco na transição energética do transporte rodoviário. A Volvo Trucks aposta numa estratégia tecnológica de três vias para atingir a neutralidade carbónica até 2040, combinando veículos elétricos a bateria, camiões elétricos com célula de combustível e motores de combustão preparados para combustíveis renováveis, como hidrogénio verde, biogás, biodiesel ou HVO.
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